Pular para o conteúdo principal

Samaritano




Samaritano

Ando pelas ruas sem saber onde estou,
Ando por aí sem saber aonde vou,
Caminhando firme como prego na areia,
Esperando o momento pra ser pego na veia,
Uma pessoa perdida que nunca se encontrou,
Eu cobri a ferida e ela cicatrizou,
Mas a criança faminta não segurou e chorou,
E nessa vida eremita eu vou, eu vou...

Refrão
Eu Vou... Vou superar meus medos porque ainda é cedo,
Eu Vou... Continuar lutando um Bom Samaritano eu sou.

Na minha frente um irmão me pedindo ajuda,
Do meu lado a nação soletrando acuda,

Enfrente a morte, viver é um teste,
Aborte a dor, derrube a peste,
Caminhando forte na minha direção,
Vem a minha sorte e a inspiração,
E a esperança que me fez agir,
Me abriu a porta e eu vou partir,

Refrão
Eu Vou... Vou superar meus medos porque ainda é cedo,
Eu Vou... Continuar lutando um Bom Samaritano eu sou.

Quando faço o bem eu me sinto leve,
Faça também e vai sentir em breve,
Que o amor é a chave para as mudanças,
Amai os pobres a as crianças,

Refrão
Eu Vou... Vou superar meus medos porque ainda é cedo,
Eu Vou... Continuar lutando um Bom Samaritano eu sou.

(Compositor: Michel F.M.)


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Michel F.M. - Bruno Michel Ferraz Margoni - Escritor, Compositor, Poeta e Sonhador

Velhos Heróis Velhos Ídolos

Velhos Heróis Velhos Ídolos Combatentes Solitários, Defensores dos desolados, Em gestos solidários, Acentuam os ditados. Detentores de recordes, Jamais reconhecidos, Não são premiados, Pelas suas façanhas, Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. Ironicamente sabem, Não Farão bustos para eles, No entanto se comprazem, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. O grito se encorpa, Outra voz entoada, Alinhadas as hordas, Invocados para a valsa. São a alça pros descrentes, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. (Compositor: Michel F.M.)

Simplório mas Sincero

Habituado aos costumes rotineiros da prática usual Logo, liguei quatorze dos quinze computadores, um deles estava com problemas, sabe aquelas panes sem solução para um reles mortal recém virtualizado, ou nem tanto. Daí eu fiz o mesmo percurso que faço todos os dias, de uma sala à outra, para depois regressar com a criançada e começar as nossas atividades, mais enriquecedoras para mim do que para eles. Quando chego na porta, aquele Auê de sempre, a molecada grita, esperneia, ouço uns vinte e cinco chamados, “ Tio, tio, Ó o tiooooo... ” Olho para a professora para ver se ela já encerrou as tarefas, para que possamos prosseguir para a hora tão aguardada pela mini-platéia. – Podemos ir ? – pergunto – Ah, lembrei que preciso aplicar uma provinha pra eles hoje. – Ela responde. E em um instante o alvoroço e a espectativa se transformam em uma dupla frustração. Sem aula de informática e com uma prova para substituí-la, tudo com o que qualquer criança jamais simpatizou. Mas é assim, a escola te...