Pular para o conteúdo principal

A Hora é Agora


A Hora é Agora

Não passei meus dias a toa,
A me perguntar,
O que você faria
Se estivesse no meu lugar ?
Decidi ser o seu Romeu,
E a minha Julieta não vai sofrer,
Estou te aguardando, faça o que tem que fazer.

A hora é agora
De você se decidir,
E fazer o que tem que fazer.

Escolha um lado para ficar,
Ou do meu lado, ou do lado de lá.
Prometeu que quando acabasse,
Não haveriam barreiras,
Para que a gente se amasse.

A hora é agora
De você se decidir,
E fazer o que tem que fazer.

Eu não tenho mais aquela idade,
Mas agora sei o que é amor de verdade.
Venha comigo, você não é mais criança,
Sei que até hoje só vivi de esperança,
Tudo que vivemos foi excepcional,
Sei que o que passamos foi por um ideal.

A hora é agora
De você se decidir,
E fazer o que tem que fazer.

(Michel F.M.)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Michel F.M. - Bruno Michel Ferraz Margoni - Escritor, Compositor, Poeta e Sonhador

Velhos Heróis Velhos Ídolos

Velhos Heróis Velhos Ídolos Combatentes Solitários, Defensores dos desolados, Em gestos solidários, Acentuam os ditados. Detentores de recordes, Jamais reconhecidos, Não são premiados, Pelas suas façanhas, Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. Ironicamente sabem, Não Farão bustos para eles, No entanto se comprazem, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. O grito se encorpa, Outra voz entoada, Alinhadas as hordas, Invocados para a valsa. São a alça pros descrentes, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. (Compositor: Michel F.M.)

Simplório mas Sincero

Habituado aos costumes rotineiros da prática usual Logo, liguei quatorze dos quinze computadores, um deles estava com problemas, sabe aquelas panes sem solução para um reles mortal recém virtualizado, ou nem tanto. Daí eu fiz o mesmo percurso que faço todos os dias, de uma sala à outra, para depois regressar com a criançada e começar as nossas atividades, mais enriquecedoras para mim do que para eles. Quando chego na porta, aquele Auê de sempre, a molecada grita, esperneia, ouço uns vinte e cinco chamados, “ Tio, tio, Ó o tiooooo... ” Olho para a professora para ver se ela já encerrou as tarefas, para que possamos prosseguir para a hora tão aguardada pela mini-platéia. – Podemos ir ? – pergunto – Ah, lembrei que preciso aplicar uma provinha pra eles hoje. – Ela responde. E em um instante o alvoroço e a espectativa se transformam em uma dupla frustração. Sem aula de informática e com uma prova para substituí-la, tudo com o que qualquer criança jamais simpatizou. Mas é assim, a escola te...