Há de vir o que advém
Se tu quiseres hei de querer também,
Submeter-me-ei a seus termos passionais.
Farei tudo o que lhe convém,
Como vem comover, como vais...
Ser a vela em meus castiçais,
Será vela quando navegais,
Dentre as algas dos corais.
Se tu quiseres serei hélice quando voares,
Serei asas enquanto planares,
Sereia minha, água em meu aquário,
Sobre os planaltos elevados, receptor e emissário.
Serei Lince rasgando a neve,
No extremo do hemisfério.
Serás Alícia e serei seu coelho,
Guiando-a no chamariz das maravilhas.
Leve a sério, minha querida,
Imperatriz entre as orquídeas,
Duas passagens pras Antilhas,
Só de ida. Nossa ida.
Se tu quiseres sacrificarei meus compromissos,
Quando me chamarem serei omisso,
Somente a você responderei.
Corresponderei a qualquer gesto.
Ao piscar os cílios tu me resgata.
Farei campana, armarei protesto,
Escalando seu quarto, encenando a serenata.
Ansiarei na enseada avistar-te,
Dia, noite e madrugada, até despontar-te.
Voando baixo, flutuando alto,
Fluindo no fluxo fático,
Fatídico e provável,
Verídico enganável.
Se tu quiseres serei diálogo em seus quadrinhos.
Um quadro moldurado, descanso pros quadris,
Degraus em sua escada; padrinho, noivo e juiz.
Tantas palavras difíceis
Foram com muita dificuldade,
Alinhadas em pé de igualdade,
Com a única finalidade de dizeres:
- Ainda que não me queiras,
Farei tudo o que quiseres !
Contanto que me permita
A condição de verdes;
Verdes como as árvores,
Verdes como a esperança,
Plantada na lembrança
E cultivada a fim de brotar.
Se tu quiseres hei de querer também,
Há de vir o que advém !
(Compositor: Michel F.M.) © 2008
Se tu quiseres hei de querer também,
Submeter-me-ei a seus termos passionais.
Farei tudo o que lhe convém,
Como vem comover, como vais...
Ser a vela em meus castiçais,
Será vela quando navegais,
Dentre as algas dos corais.
Se tu quiseres serei hélice quando voares,
Serei asas enquanto planares,
Sereia minha, água em meu aquário,
Sobre os planaltos elevados, receptor e emissário.
Serei Lince rasgando a neve,
No extremo do hemisfério.
Serás Alícia e serei seu coelho,
Guiando-a no chamariz das maravilhas.
Leve a sério, minha querida,
Imperatriz entre as orquídeas,
Duas passagens pras Antilhas,
Só de ida. Nossa ida.
Se tu quiseres sacrificarei meus compromissos,
Quando me chamarem serei omisso,
Somente a você responderei.
Corresponderei a qualquer gesto.
Ao piscar os cílios tu me resgata.
Farei campana, armarei protesto,
Escalando seu quarto, encenando a serenata.
Ansiarei na enseada avistar-te,
Dia, noite e madrugada, até despontar-te.
Voando baixo, flutuando alto,
Fluindo no fluxo fático,
Fatídico e provável,
Verídico enganável.
Se tu quiseres serei diálogo em seus quadrinhos.
Um quadro moldurado, descanso pros quadris,
Degraus em sua escada; padrinho, noivo e juiz.
Tantas palavras difíceis
Foram com muita dificuldade,
Alinhadas em pé de igualdade,
Com a única finalidade de dizeres:
- Ainda que não me queiras,
Farei tudo o que quiseres !
Contanto que me permita
A condição de verdes;
Verdes como as árvores,
Verdes como a esperança,
Plantada na lembrança
E cultivada a fim de brotar.
Se tu quiseres hei de querer também,
Há de vir o que advém !
(Compositor: Michel F.M.) © 2008
Comentários
Belissima poesia!
Meus aplausos!
Feliz 2011!
Beijos
Estou te seguindo!
Beijinhos
Marise Ribeiro
Bom findi a todos!
Passei para visitar
seu espaço de sentimentos
e agradecer a visita feita
ao jardim das minhas palavras.
Como é bonito encontrar
palavras repletas de sentidos,
nascidas da verdade,
e do afeto.
Ser de alguém por opção.
Sonho dentro de um sonho.
Que sempre haja em tua vida
tempo para os sonhos.
http://alanabonifacio.blogspot.com/
adorei seu blog :D
Beeijos !
Belo blog...
Parabéns muito bom seu espaço, voltarei aqui mais vezes...
Convido vc a conhcer meu trabalho (poesia, música, teatro)
Ficaria feliz demais!
http://mailsonfurtado.com
versos mágicos!
Poema aos uivos
pelas cordas
do violão
...
Massa!
Muito bom!
Forte abraço,
irmão.
O amor é o sentimento mais sublime.
Bjsss
Beijos, boa semana!
Não deixa nenhuma possibildade de não querer.
Inspiração sempre, e que venha o que advém!