Pular para o conteúdo principal

Despedida

Despedida
.
Foram muitas as ladeiras,
Que enfrentei na minha vida,
Mas nenhuma foi tão íngreme,
Quanto a minha despedida,
Uma história com atalhos,
Uma colcha de retalhos,
Tantos erros falhos,
Sentimentos em frangalhos,
É chegada a hora de me libertar,
Depois de tantos foras eu pude acertar.

Refrão
Eu te amei minha querida,
Mas isso foi em outra vida,

Preste atenção na minha rima,
Esse é o som da despedida,


O desprezo foi incontável,
Vivi uma vida de miserável,
Só desejei um colo amável,
E fui tratado como um imprestável.
Mas a dor foi esquecida,
Porque isso foi em outra vida.

Refrão
Eu te amei minha querida,
Mas isso foi em outra vida,

Preste atenção na minha rima,
Esse é o som da despedida,


Despedida, despedidaaa...

Não vai me ver ou ouvir falar,
Só as cartas irão restar,
Para você se recordar,
Da pessoa que um dia,
Te ensinou a amar,

E em alguma noite fria,
Você irá se lamentar,

Quem dera ainda pudesse perguntar,
Porque deixou na despedida
O amor da sua vida escapar.


Refrão
Eu te amei minha querida,
Mas isso foi em outra vida,

Preste atenção na minha rima,
Esse é o som da despedida,


Despedida, despedidaaa...

(Composição: Michel F.M.)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Velhos Heróis Velhos Ídolos

Velhos Heróis Velhos Ídolos Combatentes Solitários, Defensores dos desolados, Em gestos solidários, Acentuam os ditados. Detentores de recordes, Jamais reconhecidos, Não são premiados, Pelas suas façanhas, Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. Ironicamente sabem, Não Farão bustos para eles, No entanto se comprazem, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. O grito se encorpa, Outra voz entoada, Alinhadas as hordas, Invocados para a valsa. São a alça pros descrentes, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. (Compositor: Michel F.M.)

Michel F.M. - Bruno Michel Ferraz Margoni - Escritor, Compositor, Poeta e Sonhador

Simplório mas Sincero

Habituado aos costumes rotineiros da prática usual Logo, liguei quatorze dos quinze computadores, um deles estava com problemas, sabe aquelas panes sem solução para um reles mortal recém virtualizado, ou nem tanto. Daí eu fiz o mesmo percurso que faço todos os dias, de uma sala à outra, para depois regressar com a criançada e começar as nossas atividades, mais enriquecedoras para mim do que para eles. Quando chego na porta, aquele Auê de sempre, a molecada grita, esperneia, ouço uns vinte e cinco chamados, “ Tio, tio, Ó o tiooooo... ” Olho para a professora para ver se ela já encerrou as tarefas, para que possamos prosseguir para a hora tão aguardada pela mini-platéia. – Podemos ir ? – pergunto – Ah, lembrei que preciso aplicar uma provinha pra eles hoje. – Ela responde. E em um instante o alvoroço e a espectativa se transformam em uma dupla frustração. Sem aula de informática e com uma prova para substituí-la, tudo com o que qualquer criança jamais simpatizou. Mas é assim, a escola te...