Pular para o conteúdo principal

Doce




Doce

Eu tenho medo de perder você,
Porque sei que é cedo pra me convencer,
De que o mundo é nosso pra gente viver,
Mas eu penso em nós, no que podemos ser,
E sei que a nossa voz, vai fazer tremer,

Refrão
Eu vou te amar, como se tudo fosse,
Acabar em um momento doce.

E as coisas vão ficar como estão,
Para que mudar de decisão,
Um par perfeito, me de a mão,
As nossas vidas se encontram,
Dançamos bem é o nosso tom,
E tudo está tão bom,

Refrão
Eu vou te amar, como se tudo fosse,
Acabar em um momento doce.

Sem problema, sem discussão,
Sem dilema, sem ambição,
Um amor eterno, de irmã e irmão,
Aquecendo o inverno, só há uma razão...

Refrão
Eu vou te amar, como se tudo fosse,
Acabar em um momento doce.

(Compositor: Michel F.M. )

"Canção Dedicada à melhor irmã que um irmão pode ter."

"Porque a Lenda e o Mito nunca se separam"

Comentários

Anônimo disse…
adoro suas letras, e esse jeitinho singular de ser...

conquistou uma (ou diria, mais uma) fã!!!

Kisses
Kenia Soares disse…
lindo casal, os dois sao bastante belos
.desativado disse…
Nossa , que coisa linda de ler , de ver.
que amoooor *__*
Adorei.Desejo um amor sempre doce para os irmãos !
;*

Postagens mais visitadas deste blog

Velhos Heróis Velhos Ídolos

Velhos Heróis Velhos Ídolos Combatentes Solitários, Defensores dos desolados, Em gestos solidários, Acentuam os ditados. Detentores de recordes, Jamais reconhecidos, Não são premiados, Pelas suas façanhas, Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. Ironicamente sabem, Não Farão bustos para eles, No entanto se comprazem, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. O grito se encorpa, Outra voz entoada, Alinhadas as hordas, Invocados para a valsa. São a alça pros descrentes, E nesta data lembramos deles. Refrão Velhos Heróis, Velhos Ídolos, Para nós eternos mitos. (Compositor: Michel F.M.)

Michel F.M. - Bruno Michel Ferraz Margoni - Escritor, Compositor, Poeta e Sonhador

Tosca Beleza

Tosca Beleza Algumas situações são inexplicáveis, outras situações simplesmente não precisam de explicação, ela não precisava, eu precisava dela. Aquele lugar inteiro estava em uma imundice só, uma baderna infernal; lixo, sujeira, pilhas de tranqueiras trancando a passagem, um piso encardido, ambientes encardidos, móveis encardidos. Ela acordou depois das 10h, deveria ter saído às 9h30; uma cara amassada pelo sono profundo da madrugada, um rosto belíssimo. Dizer que vê-la naquele estado matinal era encantador seria pouco, vestindo um pijama completamente esgarceado, desbotado e terrivelmente sensual, ela era toda errada e comum. Na maioria absoluta das vezes dispensava qualquer formalidade e etiqueta, era anti-etiquetas, fossem sociais ou em vestimentas informais, era informada, era formada e briguenta. Seu relaxo era charme, a negligência consigo mesma, forjava sua singularidade. Empurrou o portão, saiu. Na rua, na realidade mundana, era o centro, o centro de convergência, centralizav...